quinta-feira, setembro 24, 2009
quinta-feira, abril 30, 2009
Dei à Costa...
sábado, abril 25, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
segunda-feira, março 30, 2009
quarta-feira, dezembro 10, 2008
quinta-feira, outubro 30, 2008
Indoors vs. Outdoors
Para mim, esta gente toda a trabalhar à minha volta significa um aumento significativo no nível de decibéis e a diminuição proporcional na minha capacidade de concentração. Só agora, na hora do almoço, é que a calma me envolve… mas não a posso aproveitar. Nem ao aconchego de estar dentro de portas. É que faltou a luz agora há pouco, e a menos que queira comer comida quase congelada (o microondas sem electricidade é um mono inútil, quem diria?) vou ter de sair para o frio e a chuva.
O que vale é que vou almoçar com a mãe e a mana, que está de visita… Só espero que é que o restaurante não esteja também às escuras, ou vou acabar por voltar da rua esfomeado e gelado para um escritório cheio de confusão o resto do dia. Nem sei o que me apeatece mais, neste momento. Se o indoors, se o outdoors...
terça-feira, setembro 09, 2008
segunda-feira, setembro 01, 2008
quarta-feira, agosto 20, 2008
Começou
Já comecei o novo trabalho. Ainda está na fase inicial; estou a conhecer os cantos à casa, a aprender a orientar-me. Até agora ainda não produzi nada. Sou um funcionário em treino, por isso é natural. No que respeita à adaptação, não me posso queixar. Tenho a vida um bocado facilitada, por ter vindo trabalhar com (algumas) pessoas que já conhecia, uma delas há uns anitos largos…
O que já deu para ver:
- Apesar dos horários alargados que eram apanágio do meu antigo emprego, posso dizer que passo mais tempo no novo – seja a trabalhar, seja no caminho;
- A maioria dos colegas, e isto inclui o chefe, são numa primeira abordagem simpáticos e acessíveis. Esperemos que se mantenham assim;
- As instalações, que são bem porreiras e vários passos à frente das anteriores, têm um defeito: são bastantes frias quando está frio e bastante quentes (segundo informações) quando está calor. Amanhã vou ter de vir de manga comprida, se não me quiser constipar (o que nesta altura não convinha nada);
- Fico localizado numa zona industrial, cercada de empresas mas sem nada ao pé; civilização, só de carro, por isso acabaram-se as idas ao supermercado e as montras à hora de almoço.
Para princípio, não está mal. Falta é perceber como vou dar-me com o trabalho propriamente dito...
quinta-feira, agosto 14, 2008
Oh my God, I'm gonna miss you... not too much.
Chegou o dia de me despedir do escritório em Almada.
Ainda vou ter saudades. Sim, é um bocado lamechas da minha parte, e não, não olho para trás e penso que foi tudo um mar de rosas. Muitas vezes foi desesperante, decepcionante, desanimador. Só que também teve os seus aspectos positivos, e vivo com estas pessoas há tanto tempo que vai ser difícil não as ter por perto; algumas mais do que outras, mas todas elas até certo ponto. Hoje olho para esta sala, praticamente vazia porque estamos em Agosto, e sei que se tudo correr bem, e esperemos que sim, não voltarei a este posto de trabalho onde passei tantas horas da minha vida. E os outros vão continuar aqui, e a vida vai continuar neste pedaço de universo, sem mim...
É tempo de fazer parte de um novo universo. Vou ter saudades, saudades q.b., mas é chegada a hora de avançar. Oito anos depois de entrar, saio por mim. Não porque a empresa faliu, ou porque me tenham mandado embora. Saio porque era (mais do que) altura de sair.
Adeus, trabalho velho. Vou-me embora. Fica bem.
sexta-feira, agosto 01, 2008
Mudança
Daqui a quinze dias, vou-me sentar a esta cadeira pela última vez. É uma sensação estranha. Vou para melhor, sei disso. Vou ter mais responsabilidades, vou ter de ter mais jogo de cintura, vou ter de dar 110%. Vou conhecer coisas novas, dar-me com pessoas diferentes. No fundo, vou mudar a minha rotina de oito anos. É isso que assusta. Sempre resisti à mudança, desde que me lembro. Mas também, só assim se justifica ter ficado tanto tempo num sítio onde as condições não eram nada de especial, e onde de alguns anos para cá o trabalho era basicamente sempre o mesmo, sem grandes estímulos, sem nada que me fizesse pensar. E para quê?
Vou mudar de vida. Vai ser violento. Vou ter de me obrigar a ser empreendedor, a lidar com clientes, a sair da minha zona de conforto. Vou ter de me levantar duas horas mais cedo para fugir ao trânsito, e vou ter de lutar com ele no caminho para casa. E, se tudo correr bem, vou ganhar mais, e vou andar muito mais realizado do que até aqui.
Era preciso. Vou finalmente lutar por crescer. Profissionalmente. E não só.
segunda-feira, julho 28, 2008
sexta-feira, abril 11, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Cá vamos nós outra vez
segunda-feira, outubro 15, 2007
sexta-feira, setembro 14, 2007
Parece que estica...
segunda-feira, junho 25, 2007
terça-feira, março 06, 2007
Ingratidão
A parte do pagamento, embora importante, nem sempre é a que faz mais falta. Mas quando esta não existe e ainda por cima sentimos que não se preocupam minimamente connosco e que o agradecimento que recebemos é uma palavra vazia, da boca pra fora, custa. Especialmente quando nos aplicamos e apesar de existirem várias contrariedades levamos a bom porto a tarefa que nos propusemos realizar.
Quem acaba por perder é quem tem esta atitude ingrata. Da próxima vez, leva um “não”. Sem “obrigado”.











