segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Sábado preenchido

Há fins-de-semana inteiros que passam despercebidos e em que não se passa absolutamente nada, e depois há outros em que apenas metade de um aconteçam diversas coisas dignas de nota.
Este Sábado foi uma dessas metades. Assim de repente, tive direito a:

- Visita a diversas casas em Almada – sim, estou a pensar mudar-me;

- Jogo de cartas em que fiquei em segundo lugar com um baralho que nem eu próprio achava que valesse dez reis de mel coado, e principalmente;

- Notícia da minha irmã que a confirmar-se vai mexer com muita coisa para os nossos lados...

E mai nada!

sábado, janeiro 16, 2010

quinta-feira, janeiro 07, 2010

quinta-feira, dezembro 31, 2009

quinta-feira, dezembro 24, 2009

É Natal

Festeja-se hoje à noite o nascimento de Jesus, que podemos ver aqui em baixo, na praia deitado, na praia estendido. Pelo menos acho que é ele... na pesquisa do Google aparecia sempre ao lado da Madonna... É a mãe, não é?


Tem piada, fica bem melhor nas fotos do que no presépio que eu tinha quando era pequeno...

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Last Christmas by DF

O David Fonseca continua em grande e agora oferece-nos um videocard de Natal. Já tinha ouvido um cheirinho desta versão lá atrás, na Aula Magna, mas com um clip saboroso e na época certa fica ainda melhor...

Por dificuldades técnicas não consegui colocar o vídeo, mas cliquem, por favor, que vale a pena...

http://www.youtube.com/watch?v=AHxahjt741k

Bom Natal para todos!

terça-feira, dezembro 15, 2009

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Riscos Rodoviários

Hoje quando chegou ao escritório, o meu chefe deu-me uma bela notícia:

“O teu carro está raspado atrás!”

O quê?!!! Não pode ser. Outra vez não.

Mas podia. Claro que sim. Deve ter sido ontem à noite, e hoje de manhã não reparei. Lá estava ela, uma bela colecção de raspadelas. Alguém fez uma razia sem espaço pelo meio à traseira do meu carro, e deixou mais uma marca bem visível.

Sim, mais uma. Apesar de o carro ser novo, tem já um currículo invejável de belos riscos na pintura, a maior parte feitos não por outro veículo, mas pelo que parece ser uma chave ou similar. Feitos por pessoa ou pessoas não identificadas a quem só posso desejar o mesmo: que lhe(s) raspem as fuças com um qualquer objecto metálico de forma casual e desprendida.

Quanto a quem se roçou no carro hoje à noite resta-me apenas o consolo de que a sua viatura terá tido igual sorte. Não que seja assim grande conforto. A besta poderia ter assumido a responsabilidade pelo acidente, o que não foi o caso, por isso o próprio carro riscado é o mínimo dos castigos.

Custa. Não fui eu que o comprei mas custa vê-lo assim novo e já todo marcado. Talvez custe mais, embora de outra forma, porque está à minha responsabilidade e pelo aspecto da coisa parece que estou pouco me lixando para o carro. E porquê? Muito provavelmente porque alguém não tinha nada para fazer e decidiu distrair-se a fazer riscos em chapa alheia. Olhe, e se fosse antes atirar-se para a frente de um comboio? Não era muito mais produtivo? Prezo muito a santidade da vida mas neste caso a maior perda era a perturbação temporária do tráfego ferroviário. E assim como assim os comboios chegam sempre atrasados mesmo…

segunda-feira, novembro 30, 2009

O fim, o princípio e o que vem no meio

O Rmixme fechou a loja, depois do Peter Pan. O Sanita já não é actualizado há quase um ano, isso já para não falar de alguns outros da minha lista que mal levantaram voo. Parece que para quase toda a gente deixou de fazer sentido ter um blog, parece que a necessidade de escrever se esbateu com o tempo…

E eu? Será que ainda vale a pena continuar com o Micrónicas? Ou será que, a avaliar pela quantidade de actualizações, era melhor dar-lhe um tiro de misericórdia e ficar também por aqui?

Não é que actualmente encontre muitas vezes prazer em escrever. Aqui ou em qualquer outro lado. Mas de vez em quando, e aí penso que é uma situação partilhada com um dos resistentes, sabe bem ter um sítio onde fazer um rabisco, deixar algo de que nos lembrámos, sem ter um alvo em especial. Sem um propósito definido, sem um receptor definido, apenas um lembrete num post-it virtual que se deixa para ler mais tarde ou que simplesmente fica lá até desaparecer a cola.

Aliás, tem sido assim que o Micrónicas se tem aguentado. Cada vez mais seguindo a lógica do “vou actualizando quando me apetece, quando me lembro”. E quanto ao conteúdo… A mudança de que fala o Rmixme no seu último post, do blog passar a servir menos como um diário e mais como um quadro de mensagens onde se vai ocasionalmente colando uma foto, um bilhete de cinema, uma folha encontrada no chão, também passou por aqui, embora fosse um processo mais gradual e não tanto uma decisão consciente. Há a questão da exposição vs. anonimato que um diário escrito num blog suscita e que nos poderia levar a tantas conjecturas pertinentes, mas que dispenso por, no fim de contas, ser apenas a mim que interessa o que fiz ou deixei de fazer ou sentir, quer me conheçam ou não. Se me apetecer partilhá-lo com o mundo, muito bem, melhor para mim, que mostrei mais um bocadinho de mim a alguém. Se não me apetecer, o mundo que se lixe porque ele muitas vezes também está pouco se lixando para nós.

O Micrónicas vai continuar. Sem pretensões de ser algo que não o que tem sido nestes últimos tempos: um quadro de cortiça com uma dúzia de pionés espetados. Se alguém quiser continuar a lê-lo nestes moldes, se é que ainda restam mais do que uma ou duas pessoas a fazê-lo, é bem-vindo. Se não, deixo os meus post-its na mesma. Eu leio-os de vez em quando…

sábado, novembro 28, 2009

terça-feira, novembro 24, 2009

sexta-feira, outubro 30, 2009

Parabéns, Astérix!

A minha escola preparatória não estava lá muito preparada para a chuva. Era composta por vários blocos independentes, cujas salas de aula abriam directamente para o exterior. Quando tínhamos de sair das aulas, para os intervalos, não havia remédio senão encolhermo-nos a um canto com um chapéu-de-chuva ou então dar uma corrida até ao bloco polivalente, que era o único onde era permitido estar – e nem nos átrios por onde os professores entravam para as salas podíamos entrar para nos abrigar.

E quando não tínhamos uma aula? Era mesmo o polivalente, que remédio. Que estava sempre cheio e ruidoso e sem praticamente sítio para nos sentarmos. A única alternativa decente era agarrar em mim, geralmente sozinho, e ir até uma parte mais escondida do polivalente, um último reduto: a biblioteca.

Não era muito grande, a biblioteca. Tinha umas quantas estantes envidraçadas, e umas quantas mesas com cadeiras onde nos sentávamos com os livros. E tinha uma funcionária que controlava a lotação da sala, e mandava calar alguém que falasse. Numa manhã de chuva era o paraíso, portanto.

Porque é que me lembrei disto agora? Por causa do Astérix, claro.

A selecção de livros não-escolares nas prateleiras era um tanto reduzida. Felizmente, havia entre eles uma colecção das aventuras de Astérix, o Gaulês, que muitas vezes me fez companhia enquanto não tocava para a próxima aula. Ele, e o Obélix, o Paronamix, o Idéafix e mais uma aldeia inteira de personagens que, como uma poção mágica, me davam força para dar mais uma corrida através da chuva até ao outro lado da escola. Toda a gente os conhece; afinal fizeram e fazem parte do imaginário de um já respeitável número de gerações, de há 50 anos para cá. É mesmo assim, pode parecer mentira mas os gauleses irredutíveis nasceram há meio século! 50 anos de um mundo na altura da Roma Antiga que é uma fotocópia bem disposta da nossa actualidade, e daqueles que a povoam.

Há algum tempo atrás construíram caminhos cobertos entre pavilhões, lá na escola preparatória. Ao menos os putos de hoje em dia já não têm de saltar entre poças ou ficar especados com a chuva a escorrer-lhes pela cabeça abaixo. O que por um lado até é pena… porque assim muitos deles nunca visitarão a Gália nos seus furos entre aulas…

quinta-feira, outubro 15, 2009

A Porteira está em obras

Depois de 547(*) datas para começar as obras a sério, finalmente hoje acordei com os martelos pneumáticos! Já não era sem tempo!

* (estimativa por baixo)

terça-feira, outubro 13, 2009

Stephen

Já sei que outros blogs do meu círculo de amigos fizeram menção à morte de Stephen Gately, mas tinha de deixar aqui o meu próprio post...

Há já alguns bons anos, numa viagem que fizeram a Portugal, os Boyzone iam actuar num programa em directo, e à última da hora, o Ronan Keating ficou doente. Mas não se podia cancelar, com centenas de fãs aos gritos no estúdio, para além da promoção, e assim, a solução foi aparecerem na mesma os restantes quatro, e pôr um jovem Stephen a cantar à capela em directo na televisão.
As meninas histéricas queriam Keating. Conseguia-se perceber nos olhos dele que Stephen sabia isso, e que não se sentia à vontade com aquele protagonismo inesperado, mas apesar disso cantou de forma admirável. As meninas não tão histéricas aplaudiram, de forma comedida. Queriam a canção enlatada, queriam o vocalista principal.
E eu só pensava "Mas vocês são estúpidas ou quê? Com um rapaz com aquela voz e aquele aspecto ali, de olhar doce e vulnerável, e estão-se a chorar pelo outro?"

Ao longo dos anos, Stephen Gately foi-se construindo aos poucos para mim. Um dos membros dos Boyzone. O miúdo a enfrentar a plateia, perdido e ternurento. O homem corajoso que se assumiu no meio de uma boysband irlandesa. O cantor de "I believe", uma música não muito conhecida mas que me toca como poucas. Alguém que não teve medo de construir a sua vida com quem amava. A melhor das pessoas, segundo os que o conheceram.

E agora desaparece, sem ter terminado o seu percurso. Mas ao menos, acredito que tenha vivido de forma verdadeira. Em todos os sentidos.

If you can't choose what to be,
You can choose what to dream.


quarta-feira, outubro 07, 2009

Jantar de Domingo

No Domingo fiz pá de porco no forno e tivemos cá os meus irmãos para jantar. A pá de porco até ficou comestível, mas o que soube mesmo bem foi tê-los cá num jantar pouco planeado mas muito divertido. Apesar de tecnicamente o meu mano mais novo ainda não saber que eu moro na Casa da Porteira e a minha irmã não se calar com coisas coisas do estilo "Vocês não têm cá limas" ou "Vamos embora que eles querem-se ir deitar"... O pobre do puto teve de se esforçar bastante para parecer que não estava a perceber nada...



(É o jantar. Tive foi que tirar a foto à pressa, antes de começar a servir, que já estava tudo cheio de fome e a clamar por comida...)

quinta-feira, setembro 24, 2009

O meu é preto

"Herdado" de um colega que está de saída... Serve tanto de prémio por um bom trabalho até agora como de lembrete de que é melhor não fazer muita borrada ou estou sujeito a deixá-lo de "herança" a outro qualquer...

segunda-feira, setembro 14, 2009

A Porteira vai pra obras

As previsões apontam o dia de amanhã como a data de início de obras na Casa da Porteira, depois de uma semana de preparação em que se fizeram várias reorganizações de espaço. Neste momento temos um quarto/sala muito cozy e um luxuriante jardim de Inverno, além dos mais variados itens de mobiliário (e não só) artisticamente espalhados pelas restantes divisões. Tudo para que o terraço e cobertura possam passar por um Extreme Makover - Margem Sul Edition.
Espera-se com alguma ansiedade que tudo corra bem, rezando para que consigamos manter-nos o mais possível nas boas graças do S. Pedro, e projecta-se já (com um avanço inesperado e economicamente bem vindo para a nova cozinha este fim de semana) o futuro das áreas interiores da moradia. Sim, porque quando tudo estiver concluído a Casa da Porteira não vai ficar a dever nada a qualquer moradia que se preze. Com o bónus acrescido de ter uma vista equivalente a uma vivenda bem lá no topo de uma colina, já com miradouro incluído…

domingo, setembro 06, 2009

AION


O novo jogo online cá de casa vem com asas incluídas... Parece-nos bem, para já. Vamos lá ver se se aguenta à turbulência ou se afinal voa baixinho...

terça-feira, agosto 04, 2009

F#&@-se!!!

Ontem à tarde, o A.R. estava a trabalhar. Ao mesmo tempo, estava online no Messenger, a responder a quem falava com ele. Seria mais ou menos normal, se o A.R. tivesse acesso a um computador. Mas a verdade é que o A.R. que estava a trabalhar não se aproximou sequer de um computador a tarde toda.
Várias pessoas ligaram-lhe, preocupadas com o seu estado de saúde. É que o A.R. do Messenger dizia a quem com ele falava que estava muito doente, a passar dificuldades e a precisar de um empréstimo…

Quando nos apercebemos que algo estava errado, entrou-se na conta de Hotmail e alterou-se a password. As mensagens do A.R. fantasma (que pelos vistos escrevia primeiro em inglês e depois num português da tanga) cessaram. Ficaram as questões. Será que foi um vírus automático que de alguma forma entrou no Messenger dele? Ou foi alguém que activamente lhe pirateou a password e teve acesso directo ao mail? É que hoje em dia e cada vez mais a nossa caixa de correio virtual está repleta de pedaços da nossa vida, pessoal, pública, financeira, e perceber que alguém pode fazer de toda essa informação o que lhe der na real gana, é no mínimo preocupante.

E sabe-se lá quantas pessoas da lista dele levaram com estas mensagens… Os amigos, aqueles que o conhecem, sabem que ele nunca mandaria mensagens desta forma, e em dúvida entraram em contacto directo com ele. Mas e os outros? Os clientes, as pessoas com que não falamos há muito e estão na nossa lista, como ficam? Que aspecto dá levar com um pedido deste tipo?

Esperemos que tenham sido apenas os poucos que estariam online naquela altura a ver as mensagens, sem resultados práticos para quem quer que tenha feito isto, e esperemos que tenha sido apenas um vírus e que dados como moradas ou informações de trabalho guardadas nos mails nunca venham a ser usadas para coisas menos próprias. Mas uma situação destas faz-nos pensar que, por mais seguros que pensemos estar, há sempre alguém que arranja novas maneiras de nos lixar. Com F grande.