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domingo, setembro 06, 2009
sexta-feira, outubro 17, 2008
O Magalhães
O Magalhães já dá cartas nas escolas portuguesas (principalmente porque, cortesia do Plano Tecnológico, é de borla para as criancinhas). Para quem não saiba, o Magalhães é o primeiro computador português. Não por ser primeiro fabricado por portugueses, porque não foi; a Intel já fazia uma versão quase, quase igualzinha. Não por ter sido inventado por um português; o senhor Nicholas Negroponte já o tinha inventado ainda antes da Intel. Nós nem sequer fabricamos o processador que é o coração do Magalhães… vem direitinho… da Intel.
O Magalhães é o primeiro computador português porque em nenhum país a não ser no nosso o computador seria apresentado aos professores da forma que foi… com “acções de formação” em que carradas de professores acabaram a cantar o “Malhão do Magalhães” ou o “Esta vida de Magalhães está a dar cabo de mim”, ou mesmo a fazer números de circo… e onde a condescendência dos “formadores” estrangeiros foi criminosamente patente.
O Magalhães é o primeiro computador português porque em nenhum país a não ser no nosso o computador seria apresentado aos professores da forma que foi… com “acções de formação” em que carradas de professores acabaram a cantar o “Malhão do Magalhães” ou o “Esta vida de Magalhães está a dar cabo de mim”, ou mesmo a fazer números de circo… e onde a condescendência dos “formadores” estrangeiros foi criminosamente patente.
O Magalhães é a prova de que, mais uma vez, somos com certeza os primeiros em tudo… menos na Inteligência.
P.S.1 – Isto não tem nada a ver contigo, ò MaG.alhães!
P.S.2 – Só agora é que percebi que o computador Magalhães se chama assim porque podemos navegar com ele. Ah, as maravilhas de termos sido uma potência mundial há centenas de anos atrás…
quinta-feira, junho 05, 2008
Bárbaro
Lá por casa experimenta-se o Age of Conan, supostamente a "imersão no mundo de Hyboria, junto com milhares de amigos e inimigos com quem viver, lutar e explorar o sombrio e brutal universo do Rei Conan"...

...mas até agora, a experiência assemelha-se mais a uma chatice de morte.
Talvez esteja a exagerar. Age of Conan até que tem os seus pontos bons. No entanto, a carrada de patches e o correspondente tempo offline dos servidores, o número de bugs, movimento de personagens difícil de controlar e quests desinteressantes, aliados a uma quantidade astronómica de recursos exigidos ao computador para o jogo parecer bem, fazem com que não pareça destinado a destronar o MMORPG de eleição por estes lados... o Guild Wars, claro.
Bem, pelo menos por enquanto, vamos continuar a tentar... até porque já temos o primeiro mês pago...
sexta-feira, agosto 31, 2007
quinta-feira, agosto 23, 2007
O Olho do Norte
Nas cidades principais, a terra treme. Fendas surgem no solo, abrindo novos caminhos para o perigo, para o desconhecido. Para os desbravar, são precisos Heróis. Heróis para entrar em mundos ainda mais fantásticos do que o habitual... em Guild Wars.
O currente passatempo preferido cá em casa (pelo menos que se possa discutir em público) vai ter um upgrade. A Guild Wars Prophecies, Factions e Nightfall, já devorados de uma ponta a outra, junta-se agora Eye of the North. É uma expansão que promete adicionar a um mundo já de si enorme toneladas de novidades, tanto a nível visual como em termos de conteúdo de jogo. Pelos vídeos que já vimos, e pelos artigos em revistas e na net, esperam-nos meses de exploração de boca aberta, tal é o aspecto espectacular de tudo. Se a jogabilidade estiver à altura (e nos restantes jogos Guild Wars estava) vamos ter entretém para muito tempo.
O currente passatempo preferido cá em casa (pelo menos que se possa discutir em público) vai ter um upgrade. A Guild Wars Prophecies, Factions e Nightfall, já devorados de uma ponta a outra, junta-se agora Eye of the North. É uma expansão que promete adicionar a um mundo já de si enorme toneladas de novidades, tanto a nível visual como em termos de conteúdo de jogo. Pelos vídeos que já vimos, e pelos artigos em revistas e na net, esperam-nos meses de exploração de boca aberta, tal é o aspecto espectacular de tudo. Se a jogabilidade estiver à altura (e nos restantes jogos Guild Wars estava) vamos ter entretém para muito tempo.
Finalmente, depois de meses de antecipação, Eye of the North é lançado para a semana. Mas já a partir de amanhã vão haver três dias online de preview, para aqueles que tenham feito a pré-reserva para a compra da expansão. Coisa que por acaso(...) até fizemos, eu e o A.R.. Por isso, não esperem pôr-nos a vista em cima este fim de semana. Vamos estar atulhados até ao pescoço com mais monstros, armaduras fresquinhas e muitas, muitas zonas para descobrir.
Os nossos personagens estão mortinhos por novos horizontes, e nós com eles. Norte, aí vamos nós!

quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Maquinodependência
O computador já voltou, não sem mais algumas peripécias e com a compra de uma nova drive de DVD a juntar ao resto. E voltou algo melhorado, com mais RAM, alguns programas novos e actualizações de outros tantos – nem tudo pode ser mau.
A falta que ele me fez durante este período é que deu para me pôr a pensar. Porque carga de água é que, depois de passar oito ou mais horas agarrado a um seu semelhante no escritório, a primeira coisa que faço ao chegar a casa é ligar o PC? Porque é isso que acontece invariavelmente.
Não cheguei a nenhuma conclusão satisfatória. Dizer que não tenho mais nada que possa fazer em casa é uma estupidez. Adoro ler, e tenho uns quantos livros em casa que ainda não li. A televisão mesmo ali ao lado debita uma quantidade de canais, e hoje em dia é raro sentar-me no sofá a olhar para ela. Podia desenhar, ou pintar, ou estar simplesmente a ouvir música. Isto para não falar em arrumar a casa ou alguma outra actividade produtiva. Mas não. Ligo-me à máquina, como qualquer outro periférico, e fico ali uma noite inteira.
Talvez o computador seja a nova televisão, que muitas vezes se liga quando estamos sozinhos só para fazer companhia. Neste sentido, é um upgrade... porque é supostamente interactivo, e acabamos por estar envolvidos em algo ainda que não estejamos a fazer absolutamente nada. É claro que esta interacção é muitas vezes artificial e implica não estar a fazer algo significante, mas que importa? Desde que estejamos ocupados...
O único conforto é que apesar da actividade solitária, não estou sozinho. Há um vasto número de pessoas que faz exactamente isto, estar horas a fio agarrado ao teclado, um número crescente, a começar pelas novas gerações. Posso constatar isso pelo meu irmão e pela quantidade de contactos que o bombardeiam no Messenger e afins todas as noites. Como a maior parte deles, tornei-me computador-dependente... e fatalmente logo serei mais um membro do grupo daqueles que têm o computador tão impregnado no seu dia a dia que já nem questionam porquê.
A falta que ele me fez durante este período é que deu para me pôr a pensar. Porque carga de água é que, depois de passar oito ou mais horas agarrado a um seu semelhante no escritório, a primeira coisa que faço ao chegar a casa é ligar o PC? Porque é isso que acontece invariavelmente.
Não cheguei a nenhuma conclusão satisfatória. Dizer que não tenho mais nada que possa fazer em casa é uma estupidez. Adoro ler, e tenho uns quantos livros em casa que ainda não li. A televisão mesmo ali ao lado debita uma quantidade de canais, e hoje em dia é raro sentar-me no sofá a olhar para ela. Podia desenhar, ou pintar, ou estar simplesmente a ouvir música. Isto para não falar em arrumar a casa ou alguma outra actividade produtiva. Mas não. Ligo-me à máquina, como qualquer outro periférico, e fico ali uma noite inteira.
Talvez o computador seja a nova televisão, que muitas vezes se liga quando estamos sozinhos só para fazer companhia. Neste sentido, é um upgrade... porque é supostamente interactivo, e acabamos por estar envolvidos em algo ainda que não estejamos a fazer absolutamente nada. É claro que esta interacção é muitas vezes artificial e implica não estar a fazer algo significante, mas que importa? Desde que estejamos ocupados...
O único conforto é que apesar da actividade solitária, não estou sozinho. Há um vasto número de pessoas que faz exactamente isto, estar horas a fio agarrado ao teclado, um número crescente, a começar pelas novas gerações. Posso constatar isso pelo meu irmão e pela quantidade de contactos que o bombardeiam no Messenger e afins todas as noites. Como a maior parte deles, tornei-me computador-dependente... e fatalmente logo serei mais um membro do grupo daqueles que têm o computador tão impregnado no seu dia a dia que já nem questionam porquê.
:(
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Problemas de Hardware
Não tenho escrito muito. Não é que a inspiração tenha abundado, mas a principal causa para a falta de posts é mesmo o hardware.
Há duas semanas, o computador lá de casa decidiu entrar em colapso. Não ligo, não ligo e pronto. Manteve-se na sua, apesar dos esforços do A.R. para o convencer, e acabámos por ter de procurar ajuda profissional. O diagnóstico não foi dos mais animadores. A board tinha iniciado a sua última sessão; neste momento repousa numa caixa algures à espera que se lhe dê um enterro digno. Com o desgosto (ou porque são incompatíveis com a nova board) as memórias tiveram também de ser trocadas. Isto traduz-se, naturalmente, num belo golpe para a minha farta (leia-se, farta de estar à míngua) conta bancária, e num adeus ao meu sistema operativo e drivers originais. Volta-se a usar material pirata, claro, que os tempos não estão para ainda mais gastos.
Temos estado à espera que o PC volte. Estou a ressacar sem os meus jogos online (e offline), e sem poder usar a net em condições. O A.R. está farto de adiar trabalhos no site e mails de trabalho urgentes, e nem tem actualizado a Sanita. Mas parece que nunca mais. A informação disponível é que a máquina está prontinha, e anda no carro do técnico, à espera de voltar para o seu lugar. O problema é que o homem, que é muito boa pessoa, apesar de extremamente propenso a que lhe aconteçam as coisas mais incríveis – já teve a casa completamente vandalizada e já foi parar ao hospital, desde que lhe levei o computador – ainda não teve hipótese de fazer-ma chegar.
A próxima data de entrega está marcada para hoje. Pode ser que seja hoje. Espero mesmo que seja hoje. Porque, enfim… QUERO O MEU COMPUTADOR DE VOLTA!!!
Há duas semanas, o computador lá de casa decidiu entrar em colapso. Não ligo, não ligo e pronto. Manteve-se na sua, apesar dos esforços do A.R. para o convencer, e acabámos por ter de procurar ajuda profissional. O diagnóstico não foi dos mais animadores. A board tinha iniciado a sua última sessão; neste momento repousa numa caixa algures à espera que se lhe dê um enterro digno. Com o desgosto (ou porque são incompatíveis com a nova board) as memórias tiveram também de ser trocadas. Isto traduz-se, naturalmente, num belo golpe para a minha farta (leia-se, farta de estar à míngua) conta bancária, e num adeus ao meu sistema operativo e drivers originais. Volta-se a usar material pirata, claro, que os tempos não estão para ainda mais gastos.
Temos estado à espera que o PC volte. Estou a ressacar sem os meus jogos online (e offline), e sem poder usar a net em condições. O A.R. está farto de adiar trabalhos no site e mails de trabalho urgentes, e nem tem actualizado a Sanita. Mas parece que nunca mais. A informação disponível é que a máquina está prontinha, e anda no carro do técnico, à espera de voltar para o seu lugar. O problema é que o homem, que é muito boa pessoa, apesar de extremamente propenso a que lhe aconteçam as coisas mais incríveis – já teve a casa completamente vandalizada e já foi parar ao hospital, desde que lhe levei o computador – ainda não teve hipótese de fazer-ma chegar.
A próxima data de entrega está marcada para hoje. Pode ser que seja hoje. Espero mesmo que seja hoje. Porque, enfim… QUERO O MEU COMPUTADOR DE VOLTA!!!
...e pode ser que volte a escrever alguma coisa.
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