segunda-feira, março 30, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
Verdade ou Mentira - O dente
Hoje tenho uma batata numa bochecha, e até à hora de almoço, estava com dores e mal conseguia abrir a boca. Agora estou medicado, e não me dói tanto, mas tenho menos um dente. Será que fiquei mais leve à conta disto? Ei, cada grama conta…
Agora, a menos que algum dos meus outros dentes do siso esteja posicionado de forma idêntica ao malogrado, a verdade é que o meu dente a 90º é… (entra a música do programa da Teresa Guilherme)… mentira.
sexta-feira, março 13, 2009
Desafiar o azar
quarta-feira, março 04, 2009
As três mentiras
- Quando nasci fui baptizado à pressa porque os médicos não sabiam se eu sobreviveria;
- O meu emprego ideal em pequeno era ser arquitecto;
- Uma vez ganhei um prémio por dançar o “Thriller” do Michael Jackson;
- O meu primeiro telemóvel caiu ao rio Tejo;
- O melhor pão que já alguma vez comi foi na minha viagem a Viena de Áustria;
- Já me chegou a ligar uma esposa furiosa a descompor-me por dormir com o marido;
- Já me propuseram namoro numa casa de banho;
- A Luciana Abreu já disse que eu sou muito meiguinho;
- Tenho um dente que faz um ângulo de 90º com os restantes.
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
sábado, fevereiro 21, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Tás-me a ver d'óculos?
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Vai uma rifa?
Estado: pouco usado como Papa, apesar da idade
Motivo: Parece não funcionar como deve ser. Depois do retrocesso que trouxe a vários sectores da relação igreja/comunidade, patente desde o início da sua utilização, continua a efectuar tarefas erróneas como o discurso sobre o estado do ano que passou, em que o destaque, no meio do lindo estado em que está o mundo, foi o flagelo para as famílias que é a comunidade gay, e agora, o acolhimento de volta ao seio da igreja católica de senhores bispos que advogam que o holocausto nazi foi largamente exagerado e que nunca houve nada dessas câmaras de gás… Serão resquícios dos tempos de mocidade em que o nosso papa integrou a Juventude Hitleriana?
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Goodbye, Mr. Bush!
Now decisions that you leave behind
Are just memories of a brainless life
Some that made us laugh, some that made us cry
One that forced you have to say goodbye
What much'd give to wrap their fingers 'round your neck
To shut your lips, hold you in check
When you say your prayers try to understand
You've made mistakes, you stupid man
Always - Bon Jovi
(slightly adapted)

E pronto, chega ao fim a era Bush. Para quem se quiser despedir condignamente do senhor, um dos meus primeiros posts ainda lá está...
sexta-feira, janeiro 09, 2009
A. - Ano Trinta e Quatro
Estou. Sei que sim. Mas se não soubesse ainda, tinha ficado de certeza a saber, porque praticamente toda a gente que me deu os parabéns este ano começou a conversa com esta frase.
Sei que já não vou para novo. Que os brancos aumentam a sua influência no tom geral do meu cabelo, e que lentamente o meu metabolismo vai desacelerando, acrescentando células adiposas à minha linha de cintura. Que, longe do tempo em que saía a cada santa sexta-feira, hoje me enrosco no sofá e prefiro (!) muitas vezes o quente da sala ao ar fresco.
Estou mais velho, pois estou, mas não estou velho. Continuo a ser o mesmo. Apenas junto ao eu que já era o eu que fui acumulando ao longo dos últimos anos. O eu que se apercebe de coisas que antes não via, e que pensa em coisas que não pensava, e que se vê a braços com mais responsabilidade(s) e tem de lidar com ela(s).
A pouco e pouco, tenho mais rugas, mais peso, mais brancos. E se Deus quiser, vou continuar a ter mais e mais, ao longo dos anos. O tempo passa por todos. Porque é que eu havia de ser diferente?
Chegaram os 34, no dia 7. E chegaram bem.
Agradeço àqueles, e não foram poucos, que me desejaram, em pessoa ou por mensagem, um feliz aniversário.
Agradeço na mesma àqueles que, por esquecimento ou mesmo por desconhecimento da data do meu aniversário, quereriam desejar-me felicidades e não o fizeram.
E agradeço ainda aos que não me queriam mesmo desejar um feliz aniversário por me terem poupado a ouvir felicitações fingidas e da boca pra fora.
“Ena, estás mais velho!”. Também tu.
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Passagem
quarta-feira, dezembro 24, 2008
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Até ao Natal
Se o Natal é quando um Homem quiser, não posso querer que seja num mês com 60 dias?
quarta-feira, dezembro 10, 2008
quinta-feira, dezembro 04, 2008
terça-feira, novembro 18, 2008
Decorações Brihantes
Mas apesar destas demonstrações de opulência camarária, desengane-se quem pensa que o Natal é só brilho e fartura. Numa prova de que a crise toca a todos, especialmente nesta época de consumismo desenfreado, os tais anjinhos, tão brilhantes, tão alegres, estão pousados sobre uma mensagem, luminosa como eles. O que dizem? Boas Festas? Feliz Natal? Talvez Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade? Tentem outra vez. As letras que acendem e apagam dizem-nos simplesmente… Samsung. Hei, o que se há de fazer? Com tanta luz, alguém tem de pagar a conta da electricidade…
segunda-feira, novembro 10, 2008
Susto
Assusta-se com pouco, pode-se pensar. Mas não, o susto não foi esse. A causa do medo foi outra. Nada mais, nada menos do que a fantástica pulga ronronante, a anã negra, a incrível e literal mini-destruidora de lares, dona do seu nariz e de mais alguns. Abro a porta para ir apreciar a não-vista, e eis senão quando a gata Maria sai disparada (mas mesmo disparada!) pelo terraço fora, correndo que nem uma louca. É de notar aqui que as visitas da gata ao exterior da casa se limitaram até hoje a algumas incursões breves e supervisionadas, não fosse o diabo tecê-las. A Maria é muito bom animal mas é variada das ideias (há quem diga que os animais são o espelho dos donos, mas isso agora não interessa nada) e a ideia era ser habituada aos poucos a privar num sétimo andar. Bem, esse plano já era.
Embora tomado de algum desconforto por ver a gata a correr de um lado para o outro como um tornado desvairado, bem pior estava para vir. Estava eu a uns quatro metros dela quando a senti fazer pontaria. Arrepiei-me; já sabia o que vinha a seguir. Tomando balanço, ela pára a corrida perto do muro, e num só movimento, dá um salto. O meu coração só não saiu pela boca porque o grito que soltei foi mais rápido. Em câmara lenta, como é da praxe, a Maria atingiu o ponto mais alto da sua trajectória e começou a cair. Ela ia ultrapassar o muro, já estava a antevê-la desaparecer da minha vista em queda livre até à rua... Nem sei bem como, lá conseguiu aterrar em cima do beiral, mas a custo. As patas dianteiras ainda ficaram do lado de fora, pressionadas contra o exterior do guarda-corpos. E, assim empoleirada num equilíbrio vacilante, ela olhou lá para baixo pela primeira vez.
Não se passou. Fitou o vazio por três segundos, virou-se e voltou ao chão do terraço. Não sei se percebeu o como esteve perto de se tornar uma mancha escura no passeio, mas o certo é que depois disto, voltou para dentro não muito a custo. O resto do dia esteve calminha, sem dar chatices. Nem escavou o vaso, nem comeu as folhas da planta, nem nada, o que não é nada normal.
Quanto a mim, finalmente lá me acalmei… Mas se aquela azeitona preta que mia me volta a fazer uma destas, atiro-a do terraço! A ver se não atiro!
P.S. – Não, não atiro. Gosto mesmo do raio do bicho…






