
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Máscara Mágica
Os três dias do Carnaval já passaram. Este ano, decidi mascarar-me de Harry Potter. E não era uma máscara qualquer, não senhor. Era à séria, com adereços especiais e tudo.
Como? Não me viram este Carnaval?
A culpa, caros cibernautas, foi do realismo da máscara. E dos tais adereços. Para além dos óculos, da cicatriz e da varinha, decidi levar também o manto. E foi aí, acho, que a coisa deu para o torto. É que o manto do H.P., como quem leu os livros (ou viu os filmes) deve saber, é um Manto de Invisibilidade, relíquia deixada pelo pai que torna quem o puser, muito apropriadamente, invisível para os demais.
Dei voltas à cabeça. Como, matutei, ser um Harry Potter credível? Como fazer-me parecer invisível? Muito esforço e muito vídeo do David Copperfield depois, cheguei à única conclusão possível: para parecer que não estava num sítio, o melhor mesmo era não estar lá.
Assim, fiquei em casa. Para manter o realismo do disfarce, naturalmente. Ou então porque o A.R. ficou de molho e além disso não me apetecia pagar 20 euros para ir ao M.G. sentir-me como sardinha em lata. Uma das duas.
Qualquer que seja a explicação que prefiram, espero que se tenham divertido este Carnaval, mesmo sem mim. Prometo que escolho outra máscara para o ano.
Como? Não me viram este Carnaval?
A culpa, caros cibernautas, foi do realismo da máscara. E dos tais adereços. Para além dos óculos, da cicatriz e da varinha, decidi levar também o manto. E foi aí, acho, que a coisa deu para o torto. É que o manto do H.P., como quem leu os livros (ou viu os filmes) deve saber, é um Manto de Invisibilidade, relíquia deixada pelo pai que torna quem o puser, muito apropriadamente, invisível para os demais.
Dei voltas à cabeça. Como, matutei, ser um Harry Potter credível? Como fazer-me parecer invisível? Muito esforço e muito vídeo do David Copperfield depois, cheguei à única conclusão possível: para parecer que não estava num sítio, o melhor mesmo era não estar lá.
Assim, fiquei em casa. Para manter o realismo do disfarce, naturalmente. Ou então porque o A.R. ficou de molho e além disso não me apetecia pagar 20 euros para ir ao M.G. sentir-me como sardinha em lata. Uma das duas.
Qualquer que seja a explicação que prefiram, espero que se tenham divertido este Carnaval, mesmo sem mim. Prometo que escolho outra máscara para o ano.
P.S. – O A.R. já está melhor. Foi só uma constipação; a tosse já abrandou e mais um dia ou dois está como novo.
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
FHMloribella!
E pensar que há tão pouco tempo me passou pelas mãos... E me brindou com um concerto quase exclusivo... E pediu ao A.R. para não carregar nada na maquilhagem, por ela ser tão simples... É que ela é "tímida e muito romântica"!
E agora a minha menina está na FHM de Fevereiro...

segunda-feira, janeiro 28, 2008
Claims
A quem lê este blog, talvez não tenha passado despercebido o facto de que, exceptuando a batota com o post anterior (explicável pela especificidade do mesmo), NÃO HÁ POSTS HÁ SÉCULOS! Mas não desesperem, almas famintas por crónicas loquazes e de cariz assaz contundente! A partir de hoje, volta a haver conteúdo novo aqui no Micrónicas. Sim, houve um interregno, e a razão para isso foi das boas: não me apetecia escrever.
A vontade voltou. Ténue ainda, mas voltou. Mesmo assim, não prometo escrever com assiduidade britânica. Não prometo que os conteúdos sejam de extremo interesse ou mesmo relevantes. Não prometo que haja mais alguém a ler isto para além de mim. Não estamos em campanha eleitoral, por isso nem sou obrigado por lei a fazer qualquer tipo de promessa. Posso, quanto muito, fazer concessões.
Concedo-me a mim mesmo o direito de escrever posts curtos.
Muitas vezes, não coloquei posts porque os achava demasiado curtos ou corriqueiros para publicar; o que ganhei com isso foi escrever muito menos. Até porque um post inicialmente minúsculo por vezes cresce e cresce de forma inesperada até se tornar um post grande. Não escrevendo os pequenos, muitas vezes limito os maiores.
Concedo-me o direito de não ter feedback.
A maior parte das vezes, os meus posts acabam por morrer sem respostas. Não que os coloque para ter comentários, mas sabia bem de vez em quando ter alguém a discordar ou dar opinião. Porém, achava isto com mais intensidade até perceber que eu próprio raramente comento os blogs alheios, por isso agora é assim: no reply, no sweat.
Concedo-me ter o meu próprio timing.
É Halloween? Tenho de escrever. Um importante marco na minha vida? Tenho de escrever. Fui ver um filme? Tenho de escrever. E este tenho de escrever por vezes acaba por sobrecarregar e apenas escrevo por obrigação. Embora seja muito mais provável apetecer-me relatar algo importante, não o escrever aqui não quer dizer que não tenha sido importante. Apenas quer dizer a vontade de escrever não coincidiu com o acontecimento.
Concedo que a língua inglesa fica sempre bem.
Claim, blog (2), post (7!), feedback, no (2), reply, sweat, timing, Halloween. Não é uma tentativa de captar leitores internacionais, é estilo pessoal mesmo. A exposição prolongada ao inglês por via da televisão, desde miúdo, deixa sequelas óbvias. Que não renego nem aplaudo. Muitas expressões inglesas saem da minha cabeça mais fluida e facilmente para exprimir ideias do que as equivalentes portuguesas, e têm mais piada e tudo no que diz respeito ao ouvido.
E concedo que hoje fico por aqui.
A vontade voltou. Ténue ainda, mas voltou. Mesmo assim, não prometo escrever com assiduidade britânica. Não prometo que os conteúdos sejam de extremo interesse ou mesmo relevantes. Não prometo que haja mais alguém a ler isto para além de mim. Não estamos em campanha eleitoral, por isso nem sou obrigado por lei a fazer qualquer tipo de promessa. Posso, quanto muito, fazer concessões.
Concedo-me a mim mesmo o direito de escrever posts curtos.
Muitas vezes, não coloquei posts porque os achava demasiado curtos ou corriqueiros para publicar; o que ganhei com isso foi escrever muito menos. Até porque um post inicialmente minúsculo por vezes cresce e cresce de forma inesperada até se tornar um post grande. Não escrevendo os pequenos, muitas vezes limito os maiores.
Concedo-me o direito de não ter feedback.
A maior parte das vezes, os meus posts acabam por morrer sem respostas. Não que os coloque para ter comentários, mas sabia bem de vez em quando ter alguém a discordar ou dar opinião. Porém, achava isto com mais intensidade até perceber que eu próprio raramente comento os blogs alheios, por isso agora é assim: no reply, no sweat.
Concedo-me ter o meu próprio timing.
É Halloween? Tenho de escrever. Um importante marco na minha vida? Tenho de escrever. Fui ver um filme? Tenho de escrever. E este tenho de escrever por vezes acaba por sobrecarregar e apenas escrevo por obrigação. Embora seja muito mais provável apetecer-me relatar algo importante, não o escrever aqui não quer dizer que não tenha sido importante. Apenas quer dizer a vontade de escrever não coincidiu com o acontecimento.
Concedo que a língua inglesa fica sempre bem.
Claim, blog (2), post (7!), feedback, no (2), reply, sweat, timing, Halloween. Não é uma tentativa de captar leitores internacionais, é estilo pessoal mesmo. A exposição prolongada ao inglês por via da televisão, desde miúdo, deixa sequelas óbvias. Que não renego nem aplaudo. Muitas expressões inglesas saem da minha cabeça mais fluida e facilmente para exprimir ideias do que as equivalentes portuguesas, e têm mais piada e tudo no que diz respeito ao ouvido.
E concedo que hoje fico por aqui.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Thirty Three
Thirty three.
Says so on my ID.
Sometimes
I’m not in the middle of
Something
I’m in the middle of.
And sometimes
I am on top of the world
And the middle
Is nothing I would want to hold.
But hey… I’m thirty three.
I don’t feel like it
But it says so
Says so on my ID.
Sometimes
I’m not in the middle of
Something
I’m in the middle of.
And sometimes
I am on top of the world
And the middle
Is nothing I would want to hold.
But hey… I’m thirty three.
I don’t feel like it
But it says so
On my ID.
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Um 2008 fantástico!...
O ano novo vem aí, e para sabermos a quantas andamos em 2008 nada melhor do que um calendário... Este, intitulado Campari Tales, contou com a participação da glamorosa Eva Mendes e mais uns mocinhos anónimos para compor a imagem. Apesar de em lugar algum ter visto menção a dias ou semanas, as fotos são de uma beleza inegável e vale a pena dar uma olhadela ao trabalho do fotógrafo Marino Parisotto.

Desejos de um FANTÁSTICO 2008 para todos!!!
sexta-feira, dezembro 21, 2007
sexta-feira, dezembro 14, 2007
Cá vamos nós outra vez
Daqui a pouco, mais um almoço de Natal... Hoje não se faz nada por aqui, espera-se apenas pela hora de ir para a quinta... Os meus colegas homens não estão por cá, foram jogar à bola. As colegas mulheres já chegaram do cabeleireiro, e ocupam-se a acabar de pintar as unhas e pouco mais. E eu, o único homem no escritório, espero com elas. Não fui jogar porque não acho piada nenhuma, e o jeito é nulo, de qualquer modo. Ainda se fizessem um torneio de Magic ou de Playstation...
Para não variar, sou a peça que não encaixa onde as outras encaixam. Sei que encaixo em algum lugar; todos temos um sítio que somos nós em negativo. Apenas, e isso torna-se um pouco mais aparente a cada dia, esse sítio não é aqui.
Este ano nem sequer vai haver karaoke... Mas que belo almoço que vai ser...
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Spice Women
Nove anos depois do seu último concerto em grupo, eis que as Spice Girls estão de volta, para uma tournée mundial. A pergunta que se impõe é: “PORQUÊ???”.
A resposta é muito simples. Porque, surpreendentemente, há muito boa gente mortinha por pagar bilhete para as ver. E assim elas regressam, em todo o seu esplendor de meia idade.
A estreia foi ontem, em Vancouver, e parece que até correu bem. Quer dizer, não as correram do palco à força de vaias, cantaram um clamoroso total de 22 músicas e a Victoria até era visível da plateia (desde que não se virasse de perfil, naturalmente… queriam milagres, não?). Olhando para elas, a passagem do tempo é perceptível por comparação, apesar da maioria das ex-meninas se mostrar bastante bem para os aninhos que já têm em cima. Quanto à parte artística, não posso falar com conhecimento de causa porque não ouvi, mas convenhamos… também não havia ali muito talento para o terem perdido entretanto, não é?
Resta saber o que as Spice Girls têm de inovador a trazer a este novo milénio. O seu girl power original, que se desvaneceu quando deixaram de ser aquele grupo de amigonas unidas, vai ressuscitar, quando toda a gente sabe que se voltaram a juntar pelo dinheiro? Ou podemos esperar algo de diferente das moças, entretanto convertidas em mães de família e donas de casa desesperadas? Vão evoluir, senhoras? É que quer parecer-me que este regresso tem um valor puramente nostálgico e que, satisfeito o saudosismo, lá vão as Spice de volta para a prateleira…
A resposta é muito simples. Porque, surpreendentemente, há muito boa gente mortinha por pagar bilhete para as ver. E assim elas regressam, em todo o seu esplendor de meia idade.
A estreia foi ontem, em Vancouver, e parece que até correu bem. Quer dizer, não as correram do palco à força de vaias, cantaram um clamoroso total de 22 músicas e a Victoria até era visível da plateia (desde que não se virasse de perfil, naturalmente… queriam milagres, não?). Olhando para elas, a passagem do tempo é perceptível por comparação, apesar da maioria das ex-meninas se mostrar bastante bem para os aninhos que já têm em cima. Quanto à parte artística, não posso falar com conhecimento de causa porque não ouvi, mas convenhamos… também não havia ali muito talento para o terem perdido entretanto, não é?
Resta saber o que as Spice Girls têm de inovador a trazer a este novo milénio. O seu girl power original, que se desvaneceu quando deixaram de ser aquele grupo de amigonas unidas, vai ressuscitar, quando toda a gente sabe que se voltaram a juntar pelo dinheiro? Ou podemos esperar algo de diferente das moças, entretanto convertidas em mães de família e donas de casa desesperadas? Vão evoluir, senhoras? É que quer parecer-me que este regresso tem um valor puramente nostálgico e que, satisfeito o saudosismo, lá vão as Spice de volta para a prateleira…
So tell me what you want, what you really, really want…
I’ll tell you what I want, what I really, really want…
I wanna, I wanna, I wanna, I want a career again…
sexta-feira, novembro 23, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Jantar entupido
O jantar de ontem foi no Zeno Lounge, no Casino do Estoril, com a K. e o A.R.. Foi pena estar entupido, graças a (mais) uma constipação, e não poder saborear os pratos a 100%. A conversa, no entanto, foi bem apaladada, e fez com que a noite se passasse de forma mais que agradável.
O sítio é carote, mas recomenda-se pelo espaço e pela simpatia dos nativos. Quanto à comida, acho que vou ter de testar uma segunda vez se quiser dar uma opinião fundamentada...
sábado, novembro 17, 2007
quinta-feira, novembro 15, 2007
Ao telefone II
O telefone ataca novamente:
- Micrónicas Limitada, bom dia.
-…ahmmm…
- Estou sim?
- (parecendo distraída) …ahmm… bom dia…
- Bom dia, se faz favor.
- …pois, estou aqui a ver na lista que… mas… ahhmm... estão-me aqui a dizer outros nomes. LisboaGás, e isso… os senhores fazem é trabalhos de reparação, de fugas e coisas assim, não é?
- De gás? Sim, fazemos.
- Pois, não era nada disto que se pretendia. Obrigado. (sinal interrompido)
- Micrónicas Limitada, bom dia.
-…ahmmm…
- Estou sim?
- (parecendo distraída) …ahmm… bom dia…
- Bom dia, se faz favor.
- …pois, estou aqui a ver na lista que… mas… ahhmm... estão-me aqui a dizer outros nomes. LisboaGás, e isso… os senhores fazem é trabalhos de reparação, de fugas e coisas assim, não é?
- De gás? Sim, fazemos.
- Pois, não era nada disto que se pretendia. Obrigado. (sinal interrompido)
terça-feira, novembro 13, 2007
Ao telefone
O telefone toca, e eu atendo:
- Micrónicas Limitada, bom dia.
-…
- Estou?
- (grunhido)
-…Está sim?
- De onde fala?
- Micrónicas Limitada.
- (em tom indignado) Não. Deve ser engano, com certeza! (sinal interrompido)
- Micrónicas Limitada, bom dia.
-…
- Estou?
- (grunhido)
-…Está sim?
- De onde fala?
- Micrónicas Limitada.
- (em tom indignado) Não. Deve ser engano, com certeza! (sinal interrompido)
Nota: nomes alterados para protecção da privacidade dos intervenientes.
quinta-feira, novembro 08, 2007
Madeira
O Halloween, um dos meus bastiões do faz-de-conta, ficou desta vez relegado apenas para os posts do Micrónicas. Valores mais altos se levantaram, e em vez de uma saída à rua com sangue falso e cicatrizes fabricadas passou-se o tempo na quarta-feira passada a acabar de arranjar a bagagem. Afinal, não se pode entrar num avião sem malas.
Voei este fim de semana. Soube-me bem… já tinha saudades. Fomos parar, eu e o meu menino, a 1000km de Lisboa, à bela ilha da Madeira. Apesar de ser uma viagem de trabalho para o A.R., fomos acolhidos como se nos tratássemos de amigos de longa data pelos locais. E deixámos amigos para trás, realmente, quando nos despedimos no Domingo de madrugada.
Adorei tudo. As pessoas, a paisagem, a comida. A subida no teleférico, até nos estalarem os ouvidos, e a descida acelerada no cesto de vime. A visão surpreendente da ilha como uma única encosta de luz, quando o sol se põe. As refeições num pub inglês, a apresentação às bebidas madeirenses (a poncha bate bem, mas é bem boa), a maneira assustadoramente exacta como alguém que nunca nos tinha visto antes nos descreveu a nós próprios através da interpretação dos nossos signos. O modo como nos aceitaram como um casal. Principalmente, a exposição a costumes e maneiras de pensar que, sendo portuguesas, são bem diferentes das continentais.
Este ano, substituí o Halloween por um fim de semana sem disfarces, e saí a ganhar com a troca. Não é todos os dias que se conhecem novos sítios e novas gentes. Sem ter de usar máscaras.
Voei este fim de semana. Soube-me bem… já tinha saudades. Fomos parar, eu e o meu menino, a 1000km de Lisboa, à bela ilha da Madeira. Apesar de ser uma viagem de trabalho para o A.R., fomos acolhidos como se nos tratássemos de amigos de longa data pelos locais. E deixámos amigos para trás, realmente, quando nos despedimos no Domingo de madrugada.
Adorei tudo. As pessoas, a paisagem, a comida. A subida no teleférico, até nos estalarem os ouvidos, e a descida acelerada no cesto de vime. A visão surpreendente da ilha como uma única encosta de luz, quando o sol se põe. As refeições num pub inglês, a apresentação às bebidas madeirenses (a poncha bate bem, mas é bem boa), a maneira assustadoramente exacta como alguém que nunca nos tinha visto antes nos descreveu a nós próprios através da interpretação dos nossos signos. O modo como nos aceitaram como um casal. Principalmente, a exposição a costumes e maneiras de pensar que, sendo portuguesas, são bem diferentes das continentais.
Este ano, substituí o Halloween por um fim de semana sem disfarces, e saí a ganhar com a troca. Não é todos os dias que se conhecem novos sítios e novas gentes. Sem ter de usar máscaras.
quarta-feira, outubro 31, 2007
Thriller goes to Bollywood
E depois do Thriller dançado por peças de Lego, só podia vir esta jóia - Thriller, Bollywood style.
Assustador, não?
terça-feira, outubro 30, 2007
Thriller
Estamos no Halloween outra vez! É a época do amor ao próximo, da partilha, de... espera, adiantei-me um bocado.
Bzzztdsszzzzttbzz! (Rewind) Dzztssstzzztbzzzts!
Estamos no Halloween outra vez! É a época dos zombies, do sangue a jorros, de caveiras e lobisomens. Assim está melhor.
E nada simboliza melhor o Halloween do que o Michael Jackson, até mesmo quando está mascarado. Aqui fica o tributo. Não é o original, porque o senhor fez o favor de retirar a hipótese de fazer link ao mesmo no YouTube, mas não se preocupem. Acho que para a pessoa em questão, este substituto feito com... brinquedos... é assustadoramente apropriado.
segunda-feira, outubro 22, 2007
Poesia Pura
no Teatro Municipal de Almada
TEATRO NACIONAL BALLET DE PRAGA
20 OUTUBRO
Sábado às 21h30
Sessão Única

Programa:
Um olhar sobre a fusão sexual entre corpos e entre almas.
Petite Mort - choreography Ji?í Kylián, music W.A. Mozart
Set design: Ji?í Kylián
Costumes: Joke Visser
Lights: Joop Caboort and Kees Tjebbes
Duas pessoas exploram o espaço que as separa e os laços que as unem.
Aimless Fragility - choreography Tom Rychetský, music Ludwig van Beethoven
Set design and lights: Tom Rychetský
Costumes: Roman Šolc
O distanciamento entre um casal torna-se aparente; afinal, cada um é uma ilha.
Les Bras de Mer - choreography Petr Zuska, music Yann Tiersen
Stage design and lights : Petr Zuska
Costumes: Roman Šolc
O sonho de uma bailarina dos anos 20, onde os papéis se invertem e os homens se mostram pateticamente vulneráveis.
Maria's Dream - choreography Petr Zuska, music Camille Saint-Saëns, Cesare Pugni
Stage design: Petr Zuska
Costumes: Roman Solc
Lights: Petr Zuska, Daniel Tesar
TEATRO NACIONAL BALLET DE PRAGA
20 OUTUBRO
Sábado às 21h30
Sessão Única
Programa:
Um olhar sobre a fusão sexual entre corpos e entre almas.
Petite Mort - choreography Ji?í Kylián, music W.A. Mozart
Set design: Ji?í Kylián
Costumes: Joke Visser
Lights: Joop Caboort and Kees Tjebbes
Duas pessoas exploram o espaço que as separa e os laços que as unem.
Aimless Fragility - choreography Tom Rychetský, music Ludwig van Beethoven
Set design and lights: Tom Rychetský
Costumes: Roman Šolc
O distanciamento entre um casal torna-se aparente; afinal, cada um é uma ilha.
Les Bras de Mer - choreography Petr Zuska, music Yann Tiersen
Stage design and lights : Petr Zuska
Costumes: Roman Šolc
O sonho de uma bailarina dos anos 20, onde os papéis se invertem e os homens se mostram pateticamente vulneráveis.
Maria's Dream - choreography Petr Zuska, music Camille Saint-Saëns, Cesare Pugni
Stage design: Petr Zuska
Costumes: Roman Solc
Lights: Petr Zuska, Daniel Tesar
sexta-feira, outubro 19, 2007
Pó de Estrelas
Apesar da mana do G. (que é uma querida, apesar do azar desgraçado que tem tido com a casa nova – oi, M.!) ter dito que o filme era “meh”, fui ver. E ainda bem. O “meh” de uns é o “Uau!” de outros, e para mim e para o A.R., foi.
Baseado numa novela de Neil Gaiman, Stardust é um conto de fadas para adultos. À séria. Conta a história de como Tristan Thorne se tornou um homem. E tem tudo. Comédia, drama, aventura, sátira, suspense, é só escolher.
Tristan tem 18 anos. Desde que se lembra, viveu em Wall, uma aldeia inglesa que deve o nome à muralha vizinha e que guarda do nosso mundo o reino mágico de Stormhold. Quando se apaixona por Victoria, promete trazer-lhe a estrela que viu cair do outro lado do muro; em troca, ela casará com ele. Assim, Tristan aventura-se para lá do muro – e acaba por entrar na maior aventura da sua vida.
Baseado numa novela de Neil Gaiman, Stardust é um conto de fadas para adultos. À séria. Conta a história de como Tristan Thorne se tornou um homem. E tem tudo. Comédia, drama, aventura, sátira, suspense, é só escolher.
Tristan tem 18 anos. Desde que se lembra, viveu em Wall, uma aldeia inglesa que deve o nome à muralha vizinha e que guarda do nosso mundo o reino mágico de Stormhold. Quando se apaixona por Victoria, promete trazer-lhe a estrela que viu cair do outro lado do muro; em troca, ela casará com ele. Assim, Tristan aventura-se para lá do muro – e acaba por entrar na maior aventura da sua vida.
Visualmente, o filme está fantástico. Mas mais fantástico ainda é que, contrariamente ao costumeiro, neste filme acontecem coisas. Os actores são os personagens, alguns de forma bem surpreendente, e a atmosfera é verdadeiramente de um conto de fadas e ao mesmo tempo não é artificial, por estranho que isto possa parecer. No todo, resulta, com voltas e reviravoltas... Dei por mim a pensar "mas isto passa-se assim? Tem graça, não estava nada a ver mas tem toda a lógica...", e depois afinal não era nada assim mas tinha lógica na mesma...
Ainda não li o livro, mas tenciono. Como costumo gostar mais dos originais do que dos filmes, de certeza que me espera uma leitura mágica. Com uma estrela cadente viva, bruxas, príncipes, piratas voadores, fantasmas e um unicórnio. E isto é só o começo.
Stardust é mesmo um punhado de pó de estrelas, e está aí à mão de semear.
segunda-feira, outubro 15, 2007
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