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sábado, julho 25, 2009

Já foi tempo de férias...

Acabaram as férias... e eu voltei.

Voltei a escrever aqui. Voltei a trabalhar. Voltei à rotina que pensando bem não deixei de ter durante as férias.

Tirando uma visita à praia, duas a hospitais, um jantar com amigos e a visita quase diária a uma superfície comercial em Lisboa, o restante tempo de férias foi mesmo em casa. Com direito a incontáveis chamadas de trabalho, porque sou parolo demais para desligar o telefone, e a dias de preguiça.

Pode ser que em Outubro dê para sair daqui por um tempo. Vamos ver. Depende do tempo, do tempo e do tempo. Que é como quem diz, da disponibilidade, da metereologia e do dinheiro.

Sim, vamos ver se esses 15 dias é que vão ser férias...

terça-feira, julho 15, 2008

As férias são para descansar...


Van Gogh
Rest From Work (After Millet)
1889-90; Musée d'Orsay, Paris

quinta-feira, novembro 08, 2007

Madeira

O Halloween, um dos meus bastiões do faz-de-conta, ficou desta vez relegado apenas para os posts do Micrónicas. Valores mais altos se levantaram, e em vez de uma saída à rua com sangue falso e cicatrizes fabricadas passou-se o tempo na quarta-feira passada a acabar de arranjar a bagagem. Afinal, não se pode entrar num avião sem malas.

Voei este fim de semana. Soube-me bem… já tinha saudades. Fomos parar, eu e o meu menino, a 1000km de Lisboa, à bela ilha da Madeira. Apesar de ser uma viagem de trabalho para o A.R., fomos acolhidos como se nos tratássemos de amigos de longa data pelos locais. E deixámos amigos para trás, realmente, quando nos despedimos no Domingo de madrugada.

Adorei tudo. As pessoas, a paisagem, a comida. A subida no teleférico, até nos estalarem os ouvidos, e a descida acelerada no cesto de vime. A visão surpreendente da ilha como uma única encosta de luz, quando o sol se põe. As refeições num pub inglês, a apresentação às bebidas madeirenses (a poncha bate bem, mas é bem boa), a maneira assustadoramente exacta como alguém que nunca nos tinha visto antes nos descreveu a nós próprios através da interpretação dos nossos signos. O modo como nos aceitaram como um casal. Principalmente, a exposição a costumes e maneiras de pensar que, sendo portuguesas, são bem diferentes das continentais.

Este ano, substituí o Halloween por um fim de semana sem disfarces, e saí a ganhar com a troca. Não é todos os dias que se conhecem novos sítios e novas gentes. Sem ter de usar máscaras.

terça-feira, outubro 02, 2007

Actividade | Descanso

As desejadas férias já vieram e já foram. No entretanto tivemos, ludicamente falando:

Guild Wars: algumas tardes a jogar, caso raro quando se está a trabalhar, deram para explorar um pouco o Eye of the North e resolver assuntos pendentes in game, como finalmente, a derrota de Shiro Tagashi (e não, não espero que isto vos diga nada, mas adiante).

Heroes: Nos States a segunda série já começou. A espera já ia longa, por isso, por portas e travessas (vulgo TV Links), voltei a mergulhar no universo dos super-heróis. Que à primeira vista está bem e se recomenda.

Livros: Finalmente, depois de muitos ameaços, lá consegui acabar de ler “O Espelho Negro”, de Juliet Marillier, um romance de fantasia a fazer lembrar o trabalho de Marion Zimmer Bradley. Não acabei há muito tempo apenas por uma questão de timing, acho. A história é muito boa e para quem gosta do género vale bem a pena a leitura.

Magic: mais uma viagem de cartão, desta feita até Lorwyn, de acordo com as brochuras “um mundo preservado num eterno Verão, onde criaturas fabulosas florescem na vastidão imaculada da Natureza.” Nada de apocalipses e paisagens devastadas, para variar. Foi uma mudança de cenário bem vinda, até porque apesar do panorama idílico as mecânicas deste bloco, maioritariamente tribais, funcionam muito bem e tornaram o prerelease bem divertido.

Nova grelha: à Família Superstar, que depois das fases de selecção está prestes a entrar na competição propriamente dita, juntam-se a nova edição da Operação Triunfo e a estreia de Casamento de Sonho. Se no primeiro continuo a gostar do formato e dos concorrentes, em relação ao segundo… Eu estava com receio que o família Superstar pudesse ser um novo “Canta por Mim”? Estava enganado. Essa “honra” cabe ao Casamento, com direito a Júlia Pinheiro, padrinhos “famosos” e tudo. Medo…

Outdoors: quinze dias de férias, uma ida à praia. Café(s) com o Rmixme e com o Peter Pan. Levar o A.R. ao trabalho novo, que já começou e felizmente vai de vento em popa. E, na onda “Concurso Familiar”, participação n’O Preço Certo com diversas tias e primos, sem resultados práticos (leia-se prémios) mas uma tarde agradável mesmo assim.

Playstation: As promoções de fim de vida da Playstation 2 trouxeram uma até cá a casa. Agora o A.R. e eu já podemos andar à porrada, cortesia do Tekken 5.


Agora é arrumar os brinquedos, e dar ao dedo, que o Verão já acabou…

sexta-feira, setembro 14, 2007

Parece que estica...

Já deviam ter começado. Há uma semana. Não deu, mas já só falta um bocadinho para começarem.

É esse bocadinho que está a dar cabo de mim...

quarta-feira, agosto 29, 2007

De qualquer maneira

Estou a precisar de férias outra vez. Eu sei que tive férias em Junho. Foram óptimas, mas a parte do descanso esteve um bocado ausente. O sol também andou fugido, por isso a praia ficou posta de parte. Será que em Setembro vou conseguir deitar-me à beira mar? Por pouco que seja?

Vou contando os dias, e ainda são alguns, para saber se vou ter sol desta vez. Como o tempo anda hoje em dia, não há previsões que nos valham, só a constatação. Mas mesmo que chova, quero os meus quinze dias de papo para o ar. Nem que seja no sofá.

quarta-feira, julho 18, 2007

Relato de Férias: Holanda

Em falta mas não esquecido, está outro relato de férias. Que começo por “Afinal a Holanda é em Ferreira do Zêzere”.

O quê? Eu explico. Por sugestão do A.R., decidimos ir acampar, como no ano passado. Desta vez, escolhemos um cenário de praia fluvial. Água, árvores, tranquilidade e nós os dois. Em vez de um parque de campismo tradicional, optámos por uma quinta que encontrámos na net, onde se podia montar tenda na mesma, mas mais sossegada. Ligámos a reservar a estadia, e uma senhora simpática de sotaque carregado confirmou que tinham lugares.

Quando chegámos, deparámo-nos com um sítio muito giro. Um cantinho com todas as condições, muito bem arranjado, com direito a piscina e tudo (que chegámos a experimentar). O engraçado é que assim que passávamos os portões para dentro, estávamos num lugar híbrido, português porque ali era Portugal, mas onde todos, tirando nós os dois, falavam holandês, ou alemão, ou quanto muito inglês. Não só os anfitriões, que por sinal eram muito simpáticos, mas também os campistas. Éramos os únicos portugueses! Apesar disso, sentimo-nos em casa. A sensação durante as férias foi de que estávamos a acampar no quintal de amigos.

Chegámos, montámos a nossa tenda “Sport Billy”, o que demorou exactamente dois segundos, e depois passámos quatro dias a aproveitar as instalações e as redondezas.

Fizemos um amigo, o Vasco, a figura escura nas fotos abaixo. Viajámos de carro por caminhos tortuosos, inclinados e estreitinhos, tudo um pouco acima do meu limite de conforto. Procurámos praias, e em vez disso encontrámos piscinas de rio artificiais. Fizemos os nossos grelhados de campismo, que davam refeições fantásticas à sombra das árvores. Visitámos Tomar, onde vimos entre outras coisas o Café Paraíso, patos, o ovo estrelado mais inacreditável da história dos restaurantes, a loja de vestidos de noiva do Inferno, e o “Mistério da Estrada de Sintra”. Tivemos uma serenata nocturna de música pimba à boca da tenda, a aquecer o frio da noite de S.João.

E voltámos para casa, que o tempo não deu para mais. Com a sensação de que, mais uma vez, tínhamos ido “para fora cá dentro”.


sexta-feira, junho 29, 2007

Relato de Férias: Japão

Seguindo o conselho "Vá para fora cá dentro", estas férias o Japão veio cá a casa.

Depois de mais de um ano desde a última vez que comemos sushi, já era tempo de voltarmos à carga. E como o A.R. estava mortinho para experimentar a sua aquisição da Feira do Livro voltámo-nos para o "Faça você mesmo". Ou melhor, ele fez sushi para nós.

Passámos dias a comprar os ingredientes. Nunca pensei que comida japonesa levasse TANTA coisa diferente! Quando finalmente conseguimos juntar tudo, o próximo passo foi a confecção propriamente dita. E aí percebemos porque a comida japonesa é tão cara...

Para ficar bem feita, leva horas a fazer! Passos atrás de passos, num ritual de preparação que rivaliza o próprio acto de degustar a refeição. Mas o A.R. esteve à altura, e depois de trabalhar com os ingredientes durante tanto tempo, e apesar do sake, conseguiu fazer uma refeição que, acreditem (e vão ter que acreditar, porque o sushi estraga-se depressa e não guardámos nenhum - mas podem ver as fotos abaixo e ficar cheios de inveja), estava absolutamente óptimo.

Foi uma óptima noite... pela comida fantástica e pela companhia, que é a melhor... que nos levou ao Japão sem sair de casa.




Domo Arigato.

quinta-feira, junho 07, 2007

Estou de Férias!!!!


Pois... estou de férias e só tenho uma coisa a dizer...
YEEEEESSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!!!!!!